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Lei anti-gays de militares dos EUA perde força durante guerra |
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Resolvi tirar a mão do bolso e comprar uma revista importada (cadê os amigos comissários?), a Details. Na verdade também pesou o fato de querer praticar um pouco o inglês (depois de um ano só no francês) e a capa com o Brad Pitt. Mas após abrir a revista o que mais me chamou a atenção não foi o ensaio com o pai mais famoso de hollywood e sim uma matéria sobre as forças armadas norte-americanas e sua deformada prática da lei do “Don’t speak, don’t tell” (não fale, não pergunte), política que visa a banir os gays (ao menos os declarados) do militarismo. Em resumo o que o texto fala, ilustrando com exemplos de um jovem da marinha e um já capitão do exército, é que em tempos de guerra é comum fazer vistas grossas à norma, já que a demanda por pessoal é maior. Segundo a Lei, aprovada em 1993, gays assumidos seriam vistos como elementos desestabilisadores que colocariam em risco a coesão da tropa. Por isso é preferível não se declarar gay nem questionar a sexualidade alheia. Nos últimos anos, contudo, as dispensas justificadas por esse argumento têm sido cada vez mais raras. A queda das dispensas é normal segundo o pesquisador Nathaniel Frank, da Universidade da Califórnia. Ele explica que o número de cortes de militares que assumem sua homosexualidade sempre cai em épocas de conflito. Foi assim na segunda II Guerra Mundial e ainda nas da Korea e do Vietnam. Mas essa tolerância com interesses matemáticos também tem seu limite. Após ter carreira teóricamente encerrada por se assumir gay perante seus superiores, o marine Jason Knight recebeu e-mail dizendo que poderia voltar a servir, depois de um ano de afastamento. Contudo, a alegria não durou mais que 12 meses, sendo dispensado novamente após fazer declarações em defesa dos homosexuais à um jornal. Já o capitão do exército Austin Rooke, que também foi reconvocado, preferiu não se expor. Guardando o segredo apenas entre os companheiros mais próximos, Rooke está conseguindo guardar o posto. Curiosamente durante sua dispensa ele trabalhou em uma instituição nacional de defesa de gays e lésbicas. Países como Canadá, Austrália, Israel e Inglaterra aceitam homosexuais assumidos em suas tropas. Nos EUA a tolerância velada se aplica em caso de necessidade. E no Brasil? Sei que é algo proibido, mas queria entender como funciona na prática. Alguém aí se alistou? |
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Brasil vence a Espanha em sua estréia na Copa do Mundo |
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A seleção brasileira começou bem sua participação na Copa do Mundo de futebol de areia, realizada em Marselha, ao vencer nesta sexta-feira a Espanha por 3 a 2, gols de Buru (2) e Bruno Malias, com Amarelle descontando duas vezes. O Brasil divide a liderança do Grupo D com o México - que venceu o Japão por 4 a 3 - com três pontos, mas em desvantagem no critério de gols marcados. O Jogo Buru abriu o placar com menos de um minuto de jogo, num belo chute de longe, mas a 'Fúria' empatou logo em seguida, na saída de bola, com Amarelle. E ele mesmo, grande nome da Espanha, fez o gol da virada. O próximo jogo |
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Juliana Góes e Alexandre Scaquette terminam namoro |
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O motivo do fim do namoro de cinco meses ainda não foi informado. Atualmente, Alexandre se dedica à estréia da peça Rádio Pinel, na qual faz parceria com o também ex-BBB Marcos Parmagnani. Já Juliana roda o Brasil com trabalhos de modelo. |