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Juliana Góes e Alexandre Scaquette 
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Lei anti-gays de militares dos EUA perde força durante guerra

Resolvi tirar a mão do bolso e comprar uma revista importada (cadê os amigos comissários?), a Details. Na verdade também pesou o fato de querer praticar um pouco o inglês (depois de um ano só no francês) e a capa com o Brad Pitt. Mas após abrir a revista o que mais me chamou a atenção não foi o ensaio com o pai mais famoso de hollywood e sim uma matéria sobre as forças armadas norte-americanas e sua deformada prática da lei do “Don’t speak, don’t tell” (não fale, não pergunte), política que visa a banir os gays (ao menos os declarados) do militarismo.

Em resumo o que o texto fala, ilustrando com exemplos de um jovem da marinha e um já capitão do exército, é que em tempos de guerra é comum fazer vistas grossas à norma, já que a demanda por pessoal é maior.

Segundo a Lei, aprovada em 1993, gays assumidos seriam vistos como elementos desestabilisadores que colocariam em risco a coesão da tropa. Por isso é preferível não se declarar gay nem questionar a sexualidade alheia. Nos últimos anos, contudo, as dispensas justificadas por esse argumento têm sido cada vez mais raras.

A queda das dispensas é normal segundo o pesquisador Nathaniel Frank, da Universidade da Califórnia. Ele explica que o número de cortes de militares que assumem sua homosexualidade sempre cai em épocas de conflito. Foi assim na segunda II Guerra Mundial e ainda nas da Korea e do Vietnam.

Mas essa tolerância com interesses matemáticos também tem seu limite. Após ter carreira teóricamente encerrada por se assumir gay perante seus superiores, o marine Jason Knight recebeu e-mail dizendo que poderia voltar a servir, depois de um ano de afastamento. Contudo, a alegria não durou mais que 12 meses, sendo dispensado novamente após fazer declarações em defesa dos homosexuais à um jornal.

Já o capitão do exército Austin Rooke, que também foi reconvocado, preferiu não se expor. Guardando o segredo apenas entre os companheiros mais próximos, Rooke está conseguindo guardar o posto. Curiosamente durante sua dispensa ele trabalhou em uma instituição nacional de defesa de gays e lésbicas.

Países como Canadá, Austrália, Israel e Inglaterra aceitam homosexuais assumidos em suas tropas. Nos EUA a tolerância velada se aplica em caso de necessidade. E no Brasil? Sei que é algo proibido, mas queria entender como funciona na prática. Alguém aí se alistou?

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Brasil vence a Espanha em sua estréia na Copa do Mundo

A seleção brasileira começou bem sua participação na Copa do Mundo de futebol de areia, realizada em Marselha, ao vencer nesta sexta-feira a Espanha por 3 a 2, gols de Buru (2) e Bruno Malias, com Amarelle descontando duas vezes. O Brasil divide a liderança do Grupo D com o México - que venceu o Japão por 4 a 3 - com três pontos, mas em desvantagem no critério de gols marcados.

O Brasil, atual bicampeão mundial (2007/2006), chegou à 68ª partida invicta (não perde desde maio de 2005), e na tarde de domingo a partir das 14h15m (horário de Brasília), pega o Japão pela segunda rodada
da fase de classificação (transmissão ao vivo para todo o país pelo canal SporTV).

- O importante foi a vitória, sabíamos que seria um jogo muito duro, que teríamos dificuldades, e o Brasil, mesmo sem jogar bem, mostrou luta, vontade e espírito de equipe, mostrou categoria para derrotar uma seleção fortíssima como é a Espanha. Agora é pensar no Japão e lutar por mais uma vitória - afirma Bruno Malias, segundo maior artilheiro do Brasil na História da Copa do Mundo (21 gols).

O veterano Buru, autor de dois gols na partida, analisou a vitória da equipe.

- Foi uma vitória
importante, principalmente por ser uma estréia, pela ansiedade que é natural, mas foi um resultado bom em termos de classificação também. Nossa equipe é experiente e usou isso no jogo, soubemos definir a partida no terceiro período, aproveitando as falhas da Espanha, e agora é corrigir alguns erros para jogar bem contra o Japão - afirma Buru, Bola de Ouro na Copa do Mundo 2007. 

O Jogo  

Buru abriu o placar com menos de um minuto de jogo, num belo chute de longe, mas a 'Fúria' empatou logo em seguida, na saída de bola, com Amarelle. E ele mesmo, grande nome da Espanha, fez o gol da virada.

Com uma forte marcação em sua quadra de defesa, a Espanha dava poucos espaços, e o Brasil só conseguiu o empate faltando dois minutos para o término da segunda etapa. O capixaba imitou o gesto imortalizado por Bebeto na Copa do Mundo de 1994 (EUA), 'embalando' a chegada do filho, que nasceu na véspera da estréia em Marselha.

No terceiro
e último período, o empate mostrava o equilíbrio entre as equipes e, quando não eram as mãos de Roberto, considerado o melhor goleiro da Europa na atualidade, era a trave quem impedia os gols brasileiros: foi assim com Bruno Malias e com Benjamin. O Brasil melhorou em quadra, passou a tocar mais a bola e numa dessas oportunidades, Buru, eleito 'Melhor Jogador do Mundo' pela Fifa em 2007, acertou um forte chute de primeira para virar o placar. O goleiro Mão salvou a pátria com duas grandes defesas nos últimos segundos de jogo.

Brasil 3 a 2, faltando seis minutos para o
fim da partida. A Espanha apertou, pressionou, e foi aí que brilhou a estrela, ou melhor, as mãos do goleiro Mão, com duas excepcionais defesas nos últimos segundos de jogo, garantindo a vitória verde-amarela. 

O próximo jogo

Esta será a terceira vez que brasileiros e japoneses medirão forças em Copa do Mundo. E o Brasil venceu os dois primeiros jogos: em 2005, vitória por 11 a 2 na decisão do terceiro lugar e, em 2006, vitória por 10 a 2, em jogo da primeira fase. A partida será histórica por ser a 100ª da competição. Se passar pelo Japão, dependendo do resultado entre México e Espanha, pode até garantir a ida para as quartas-de-final antecipadamente.

 

Juliana Góes e Alexandre Scaquette terminam namoro


Os ex-participantes do BBB 8 Juliana Góes e Alexandre Scaquette não estão mais juntos, confirmou a assessoria do casal. Os dois começaram um romance ainda dentro da casa do reality show.  
Alexandre e Juliana estavam juntos há cinco meses

O motivo do fim do namoro de cinco meses ainda não foi informado. Atualmente, Alexandre se dedica à estréia da peça Rádio Pinel, na qual faz parceria com o também ex-BBB Marcos Parmagnani. Já Juliana roda o Brasil com trabalhos de modelo.